No sábado, ao final da tarde, combinei beber café no Chiado com uma amiga e ex colega das artes. Mas quando cheguei ao ponto de encontro, tive uma grande surpresa: a M. estava acompanhada da S.
[Nota: a S. foi nossa colega mas, nas voltas da vida, eu perdi-lhe o rasto; mas graças ao face-coiso, a S. descobriu a M. e elas retomaram o contacto, a S. perguntou por mim e a M. armou-se em Fátima Lopes naquele programa dos reencontros.]
Depois de um café e um briefing, fomos dar uma volta e recordar sítios e histórias do e no Bairro Alto: começámos pelo velhinho Conservatório Nacional, passámos pelas tascas todas - algumas ainda existem! -, e pelos locais onde estavam os bares da moda na época... E acabámos a noite em casa da M. a petiscar e a bebericar [eu despachei um litro de Lambrusco Rosé SO-ZI-NHAAA, que vergonha!] e a ver fotos.
Nenhuma teve a vida fácil, mas o tempo até foi simpático com o nosso aspecto, porque - apesar de estarmos mais velhas e gordas (ainda que eu seja a que engordei menos!) - quase não temos rugas nem cabelos brancos! Ahhh, mas continuamos giras e nadaaa pesadas nem pirosas!